Uma das vantagens que vem sendo atribuída à tração elétrica é a possibilidade de se eliminar algumas perdas por atrito, justamente pelo uso dos hub-motors acoplados diretamente às rodas que se deseje tracionar, dispensando um sistema de transmissão tradicional que ainda acrescenta peso e complexidade de manutenção.
Ainda que em alguns casos usar 2 hub-motors no eixo traseiro possa representar um acréscimo de peso ligeiramente maior no veículo do que simplesmente acoplar um único propulsor elétrico à transmissão convencional usada no eixo dianteiro, passa a apresentar algumas vantagens tanto por diminuir a demanda por energia acumulada na(s) bateria(s) tracionária(s) durante os momentos em que a tração do veículo é realizada somente pelo sistema elétrico, devido à anulação de perdas por atrito já citada, como também na maioria dos casos em que se inicia a movimentação do veículo ocorre uma transferência de peso em direção ao eixo traseiro por ação da aceleração gravitacional, e tanto no Toyota Prius quanto no Fusion Hybrid e outros veículos que usam um layout similar no sistema de tração em baixas velocidades a atuação do motor elétrico é mais intensa.
Outro aspecto que eu considero de extrema relevância é a dirigibilidade em condições mais críticas de pavimentação e em aclives. Nessas circunstâncias, mesmo em velocidades mais altas seria adequado o auxílio da tração elétrica às rodas posteriores, tanto por reduzir o consumo do motor a combustão interna quanto por melhorar a segurança e estabilidade ao se dirigir na neve tão comum nos rigorosos invernos americano e japonês, por exemplo, e devido a uma transferência de peso mais acentuada em direção à traseira ao se enfrentar um aclive acaba havendo uma compensação pela redução da concentração de peso sobre o eixo principal de tração, melhorando tanto o consumo de combustível pelo motor principal quanto a dirigibilidade. E com todo o interesse de alguns setores políticos dos Estados Unidos em tornar obrigatório o uso de controle eletrônico de estabilidade nos veículos novos, não ficaria tão difícil ajustar os parâmetros que permitam regular com mais precisão o auxílio da tração elétrica em situações críticas...
Ainda que em alguns casos usar 2 hub-motors no eixo traseiro possa representar um acréscimo de peso ligeiramente maior no veículo do que simplesmente acoplar um único propulsor elétrico à transmissão convencional usada no eixo dianteiro, passa a apresentar algumas vantagens tanto por diminuir a demanda por energia acumulada na(s) bateria(s) tracionária(s) durante os momentos em que a tração do veículo é realizada somente pelo sistema elétrico, devido à anulação de perdas por atrito já citada, como também na maioria dos casos em que se inicia a movimentação do veículo ocorre uma transferência de peso em direção ao eixo traseiro por ação da aceleração gravitacional, e tanto no Toyota Prius quanto no Fusion Hybrid e outros veículos que usam um layout similar no sistema de tração em baixas velocidades a atuação do motor elétrico é mais intensa.
Outro aspecto que eu considero de extrema relevância é a dirigibilidade em condições mais críticas de pavimentação e em aclives. Nessas circunstâncias, mesmo em velocidades mais altas seria adequado o auxílio da tração elétrica às rodas posteriores, tanto por reduzir o consumo do motor a combustão interna quanto por melhorar a segurança e estabilidade ao se dirigir na neve tão comum nos rigorosos invernos americano e japonês, por exemplo, e devido a uma transferência de peso mais acentuada em direção à traseira ao se enfrentar um aclive acaba havendo uma compensação pela redução da concentração de peso sobre o eixo principal de tração, melhorando tanto o consumo de combustível pelo motor principal quanto a dirigibilidade. E com todo o interesse de alguns setores políticos dos Estados Unidos em tornar obrigatório o uso de controle eletrônico de estabilidade nos veículos novos, não ficaria tão difícil ajustar os parâmetros que permitam regular com mais precisão o auxílio da tração elétrica em situações críticas...

Eu não me lembro deste acidente, não havia nascido ainda. Pena que aconteça acidentes assim todos os dias.
ResponderExcluirObrigada pelo comentário, é sempre muito informativo. Bjs
Um bom veiculo elétrico tem que ser eficiente ao máximo só assim pode se tirar um proveito maior das baterias e eliminar perdas é uma delas.
ResponderExcluirNo iba a quedar mal un sistema con hub-motors. Aun que lo quede un poco más pesado la asistencia electrica es más efectiva.
ResponderExcluirEu acho também muito interessante o uso de hub-motor para montar um carro elétrico o em carro híbrido. Não só especialista em motor elétrico mas eu ouvi falar que a eficiência dos motores elétrico depende da velocidade de rotação, tendo a baixas velocidades menor eficiência. Será que isso vale também com os motores usando imãs permanentes?
ResponderExcluirEu também estou na dúvida com a respostas de um carro com rodas mais pesadas, a roda deve "colar" menos no chão. Pelo menos, já observei esse problema com uma bicicleta, motor de cubo na roda dianteira com suspensão. A roda parece demorar a voltar no chão depois de uma oscilação. Talvez isso tem a ver com o período de oscilação de um sistema mola-massa que é proporcional a raiz quadrada da massa? Qual seria a diferença de peso entre roda comum e com motor embutido nesse caso?
Eu nunca tinha ouvido essa história de que a baixas velocidades a eficiência de um motor elétrico seria menor, até considero que seja o oposto devido à resistência do ar a velocidades superiores a 80km/h. Quanto à roda demorar mais a voltar a ter contato com o solo, eu nunca tinha observado esse problema nem tenho idéia da causa. Mas a diferença de massa não-suspensa com os hub-motors varia bastante, em alguns casos podendo beirar os 30kg para cada roda.
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