segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Momento nostalgia: Chevrolet Bonanza

Produzida entre os anos de '89 e '94 pela General Motors do Brasil, a Chevrolet Bonanza era um equivalente brasileiro à Chevrolet K5 Blazer norte-americana de 2ª geração ('73-'91), mas simplificada a nível de opções de motor e câmbio. Equipada apenas com um câmbio manual de 5 marchas, sem opção pelo manual de 4 marchas ou os automáticos de 3 ou 4 do modelo estrangeiro, além de nenhum motor V8 na linha, tinha inicialmente apenas o tradicional "6 canecos" de 4.1L disponível em opções a etanol ou gasolina.
A partir de '90 passou a compartilhar os motores Diesel usados na D20, inicialmente o Perkins 4.236 (também conhecido como Q20B) de 3.9L e aspiração natural, e a partir de '91 o Maxion S4 de 4.0L tanto em versões aspiradas quanto turbo (S4T). Além de terem 4 cilindros, os motores Diesel usados na Bonanza se diferenciavam do Detoilet Detroit Diesel V8 de 6.2L da Blazer americana pelo sistema de injeção: os modelos nacionais, apesar do funcionamento mais áspero como seria de se esperar de motores desenvolvidos basicamente para usos agrícolas, estacionários/industriais e navais, já incorporavam injeção direta, enquanto nos Estados Unidos a injeção indireta perduraria até 1999, já na geração de utilitários conhecida como GMT400. Outra opção ausente na Bonanza era a tração 4x4, mas havia a opção do hoje raro kit de adaptação oferecido pela Engesa. O diferencial de deslizamento limitado Positraction, no entanto, era item de série em todas as versões.
Com a centralização da produção da D20 em Córdoba (Argentina) e o lançamento da versão brasileira da Blazer baseada na S10 em '95, já não parecia mais tão atrativo para a GMB manter a Bonanza em produção.

Enquanto a K5 americana serviu como base para um modelo de especificação militar da série CUCV (Commercial Utility Cargo Vehicle), a Bonanza não chegou a ser muito popular com as Forças Armadas. No entanto, de vez em quando aparece uma caracterizada de forma semelhante à CUCV.
Acessórios como o farol de black-out, os olhos-de-gato e a jerry-can fazem a diferença na caracterização da barca "fardada".

2 comentários:

  1. Gostei do post, muita coisa eu não sabia sobre a Bonanza, uma das GM utilitárias que gosto mais.

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  2. Guapa la Blazer brasileña, me ha gustado a esa blanca. Yo he visto unas camionetas Chevrolet brasilenãs en Arabia Saudí, pero de la Blazer solo tenian la americana.

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