quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Toyota TownAce Noah "transformer" em Porto Alegre

Toyota TownAce de 3ª geração, fabricada no Japão entre '97 e 2007, importada de 2ª mão no Paraguai, que tem um mercado aberto à importação de veículos usados com menos de 30 anos. Contava com opção por motores a gasolina de 1.8L a 2.0L, além dos motores Diesel 2C de 2.0L e 3C de 2.2L, mais apreciados pelos paraguaios em função da economia. Com o câmbio manual de 5 marchas (havia ainda o automático de 4 marchas como opcional) e motorização Diesel, não é muito difícil obter médias de consumo na faixa de 16km/l.
Como pode ser observado pela posição da porta lateral corrediça, à esquerda, para que os passageiros desembarcassem pelo lado da calçada em países onde se dirige à mão inglesa, caso do Japão, e da varredura dos limpadores de parabrisa da esquerda para a direita, o exemplar das fotos tinha originalmente o posto de condução à direita. Como o Paraguai não tem litoral, o porto de Iquique, no Chile, é o principal hub logístico para a importação de veículos japoneses usados em direção a mercados sul-americanos, incluindo também a Bolívia. Há no entanto a exigência de transferir o posto de condução para o lado esquerdo, o que requer a inversão do conjunto de direção (normalmente por razões de segurança se substitui tudo, embora alguns componentes possam ser remanufaturados e reaproveitados no processo), pedaleira, chaves de luz/seta e controles dos limpadores de parabrisa. Após a readequação às exigências de tráfego local, os modelos japoneses recebem a alcunha de "transformers".
A posição da porta deslizante possa ser considerada um problema, por obrigar os passageiros a desembarcarem no leito carroçável da rua, portanto é sempre recomendável redobrar a atenção ao cruzar por uma van japonesa.

3 comentários:

  1. Um primo meu que mora na República Dominicana tem um Toyota Vitz transformer, o preço desses carros japoneses é o principal atrativo mas tem que ter muito cuidado com a transformação senão fazem de qualquer jeito e aí fica até perigoso.

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  2. Cheap trucks represent a lot of energy and work that's already been spent. Scrap a truck and you've made unavailable huge amounts of energy invested in designing and putting that machine together. Keeping trucks working is much more environmentally prudent that scrapping them and replacing with new.Carros usados republica dominicana

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    1. Sure. Even though older rigs don't meet more stringent emission laws, usually they can be retrofitted to run on alternative fuels easier.

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